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Quatro pontos de controle para entender e cuidar melhor da lavanda.
Registre estágio da planta, brotações e flores.
Registro do crescimento da inflorescência.
Registrar valor da umidade e condição da planta agora.
Informe o período e o total de chuva.
Kanban que mostra todo o fluxo da mentoria — da ideia à validação — para que todos vejam em que fase cada tarefa está.
VAMOS ENTENDER TODAS AS ETAPAS
Passo a passo detalhado para avaliar plantas de lavanda (Lavandula dentata), cobrindo:
Objetivo: Identificar em que fase do ciclo a planta se encontra.
Etapas:
Observe visualmente a planta e compare com os seguintes estágios:
Estágio vegetativo: hastes alongadas, sem botões florais.
Emissão floral: presença de botões florais visíveis, mas ainda fechados ou primeiras flores abertas (<10%).
Floração plena: >50% das flores abertas.
Senescência: maioria das flores secando, início da formação de sementes (se ocorrer),hastes florais secas, queda de folhas e parada de crescimento.
Objetivo: Registrar o vigor e desenvolvimento vegetativo.
Como medir:
Use uma trena ou régua grande.
Meça do solo até o ápice da parte aérea mais alta da planta (não da inflorescência, apenas a copa verde).
Registre em centímetros (cm).
Evite medir plantas tortas em linha reta — siga o perfil da planta.
Objetivo: Avaliar o crescimento lateral.
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Como medir:
Use uma trena.
Meça o diâmetro maior da copa (de uma extremidade da copa à outra, passando pelo centro).
Meça novamente em um ângulo perpendicular ao primeiro (diâmetro menor).
Calcule a média dos dois valores para obter o diâmetro médio da copa.
Exemplo:
Diâmetro 1 = 65 cm, Diâmetro 2 = 55 cm
Média = (65 + 55) ÷ 2 = 60 cm
Objetivo: Verificar o potencial de produção e vigor das hastes florais.
Como medir:
Escolha as 5 maiores hastes florais da planta.
Meça cada haste desde a base da haste (emergência na planta) até a ponta da inflorescência (extremidade superior).
Registre cada valor individualmente em cm.
Calcule a média das 5 medidas.
Objetivo: Avaliar o tamanho da parte reprodutiva (floral).
Como medir:
Em haste floral que tenha a maior inflorescência, não necessariamente a mesma da medição anterior..:
Meça da primeira flor (base da inflorescência) até a última flor.
Não inclua a parte vegetativa da haste (sem flores).
Repita para as 5 maiores inflorescências.
Calcule a média.
Se a inflorescência for espigada (sem separação clara entre flores), considere a região onde há densidade de botões ou flores abertas.
Objetivo: Estimar o número total de inflorescências por planta, que se correlaciona com a capacidade produtiva (óleo, biomassa, etc.).
Como fazer:
Observe a planta inteira.
Conte todas as inflorescências visíveis, mesmo as pequenas ou em formação (se desejado, pode separá-las por estágio).
Uma inflorescência corresponde a uma espiga floral completa, ainda que pequena.
Dica: Se o número for muito alto, você pode contar as inflorescências em 1/4 da planta (ou em 1/2) e multiplicar para estimar o total, desde que a planta seja simétrica.
Para trabalhos mais detalhados:
Diferenciar inflorescências em floração plena, em formação e secas pode ajudar em decisões de manejo.
Este formulário foi desenvolvido pela Santa Lavanda para facilitar o acompanhamento de campo nas plantações de Lavandula dentata. Ele permite o registro sistemático e padronizado de dados fenológicos, estruturais e sanitários de cada planta, de forma simples, usando um celular ou tablet.
É uma ferramenta digital que registra informações importantes de cada planta, como estágio de desenvolvimento, altura, diâmetro, número de flores, presença de pragas ou doenças e uma foto da planta.
Ao preencher e enviar o formulário:
– As informações vão diretamente para uma planilha online (Google Sheets);
– A foto é enviada e armazenada com um link de acesso seguro;
– Todos os dados ficam centralizados e acessíveis pelos mentores (Tio Lavanda, Josie e Dóren);
– Os dados servem como base para decisões agronômicas, acompanhamento do ciclo e intervenções técnicas.
– Acompanhar o desenvolvimento da lavanda ao longo do tempo;
– Detectar padrões de doenças, deficiências ou problemas por área;
– Fazer comparações entre campos e ciclos;
– Documentar o histórico produtivo de cada planta;
– Tomar decisões de manejo com base em dados reais;
– Gerar relatórios de desempenho e saúde da lavanda.
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